Vacinação contra raiva é antecipada em São Luís
F.ascom
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"Nesse caso do Tibirizinho a pessoa procurou atendimento após 60 dias da agressão. Também não se confirmou se o animal que agrediu era da área, mas, para impedir novos casos, fizemos recolhimento", disse Veloso. A atividade resultou na coleta de 60 animais de rua em duas semanas.
Além da campanha antecipada, os animais podem ser vacinados no Centro de Controle de Zoonose (CCZ) da Uema e nos Centros de Saúde da Santa Bárbara, Itapera, Vila Esperança, Anjo da Guarda, São Bernardo, Tibiri, Maracanã, Turu, Estiva, no Socorrinho do Cohatrac e mais 11 posto espalhados na capital. A vacina é gratuita e todo animal, a partir do terceiro mês de vida, deve ser imunizado contra a Raiva. O diretor do CCZ destaca que o fator contribuinte para o aumento no número de casos foi a não realização de campanha contra a Raiva em 2010, devido recolhimento da vacina pelo Ministério da Saúde, pois esta apresentou problemas.
Duas mortes em junho
Maria Gerlândia Marins, de 36 anos, moradora da Vila Embratel e Luís Carlos Araújo Barbosa, de 23 anos, morador do Tibirizinho morreram vítimas de Raiva, segundo confirmou laudo do Instituto Pasteur, de São Paulo; e da Universidade Estadual do Maranhão (Uema). Este ano, foram registrados 13 casos de raiva canina na capital. Neste ano, a primeira etapa de vacinação contra a raiva realizada pelo CCZ em cães e gatos começou em janeiro, no distrito do Tirirical. Foram vacinados 46 mil animais em cinco dos sete distritos, com prioridade para as áreas com foco da doença.

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