vixe maria.Jovem é baleado no bairro do João Paulo por policial a paisana
f.Imparcial
Adolescente de 16 anos foi atingindo por
um tiro na perna em um bloco carnavalesco no João Paulo. Segundo a
vítima, o disparo foi efetuado por um policial militar à paisana
Além
do capitão da Polícia Militar Fábio Aurélio Saraiva Silva, conhecido
como “Fábio Capita”, acusado pela morte do jornalista Décio Sá, ocorrida
no dia 23 de abril de 2012, policiais lotados no Batalhão de Choque são
alvos, novamente, de ocorrência em que são considerados como
agressores.
O soldado, identificado como Murilo Sá, está sendo
acusado de ter agredido fisicamente e baleado adolescente de 16 anos,
filho do delegado da Polícia Civil, Arlindo de Assunção, lotado na
cidade maranhense de Turiaçu.
O fato ocorreu na noite do último
sábado, 16. A vítima ainda está fortemente abalada. O adolescente falou
que até o momento não sabe o verdadeiro motivo que levou o militar a
desferir tapas no seu rosto e efetuar um disparo em plena via pública
que acabou atingindo a sua perna esquerda.
O adolescente disse
que estava com os amigos, inclusive, em companhia do irmão, Lívio Silva,
de 19 anos, participando de um bloco de carnaval “Kokotas”, na Rua da
Cerâmica, no João Paulo. Quando presenciou o envolvimento do militar em
uma briga.
“Foi uma questão de minutos para ele bater na minha
cara e ainda pegou o revólver para atirar na minha perna. Todos do bloco
olharam que eu não estava no meio de confusão”, frisou.
Após ser
baleada, a vítima foi levada, pelo irmão, ao Hospital Socorrão I, no
Centro. O adolescente falou que o médico que o atendeu informou que a
bala não chegou a atingir o osso da sua perna, mas, mesmo assim, exigia
cuidados médicos. “Tive sorte que a bala não chegou a danificar a minha
perna, pois, já imaginou, eu uma pessoa nova ficar com alguma
deficiência física”, lamentou.
O comandante do Batalhão de
Choque, coronel Sá, relatou que até o começo da tarde de ontem não
estava ciente do assunto, mas iria apurar para tomar as devidas
providências. Ainda confirmou que esse militar não estava de serviço e
também não soube precisar a origem da arma. “O correto é a família da
vítima informar a PM para que possamos tomar a atitude correta”.
O
representante da Comissão de Direitos Humanos da seccional Maranhão da
Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/MA), Rafael Silva, disse que o
correto é a família registrar uma ocorrência na delegacia mais próxima
da sua casa e caso tenha o nome do agressor, identificar no boletim de
ocorrência. Logo em seguida, procurar a Ouvidoria da Segurança Pública e
também os Direitos Humanos. “Fato como esse, a família da vítima
precisa comunicar os órgãos competentes para punir os verdadeiros
agressores, pois, a vítima é um adolescente”.
O pai da vítima, o
delegado de Turiaçu, Arlindo de Assunção, informou que neste momento a
família está cuidado da saúde do filho, mas com certeza, vai procurar
pelos seus direitos. “Vou cuidar primeiramente da saúde do meu filho e
depois irei ouvi-lo com calma para tomar alguma atitude”.
Novo Email: GILSONNVIEIRA@HOTMAIL.COM
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