O Boicote do PSL, nega legenda a Wellington do Curso

Da Redação
SÃO LUÍS-MA: Disposto a “lutar até o fim” para ser candidato a vereador nas eleições deste ano em São Luís, o professor Wellington, diretor do curso preparatório de mesmo nome, já avisou que vai recorrer à Justiça Eleitoral para garantir sua postulação.
“Não posso cruzar os braços e me calar diante de uma truculência”, justifica Wellington, ao argumentar que a polêmica cria uma jurisprudência muito perigosa no PSL. “Nossa reação tem um caráter cultural, educativo, em defesa da democracia e contra qualquer tipo de golpe”.
Wellington diz que juridicamente nada o impede de disputar a eleição na capital maranhense, porém, os dirigentes do partido tentam encontrar argumentos que fundamente a decisão, mas até agora nenhum foi convincente.
“Fui sargento do Exército e sair da instituição por livre espontânea vontade, e com comportamento exemplar. Depois fundei um curso preparatório, me filei no PSL por convicção, disputei a eleição em 2010, onde obtive 23.623 votos, mesmo sem ter nenhum padrinho político. Por tanto, minha candidatura é consistente, temos condições de vencer a disputa, sem ter algo que manche minha conduta”, disse professor Wellington, que aguarda a decisão de um mandado de segurança impetrado na Justiça Eleitoral contra decisão da executiva de impedir sua candidatura ao Parlamento Municipal.
O BOICOTE - No último sábado (30), durante a convenção do partido no plenário da Câmara de São Luís, a direção municipal do partido, sob influência do vereador Francisco Carvalho, decidiu não dar legenda ao pré-candidato a vereador Wellington do Curso. No entanto, a decisão do PSL de tentar impedir a candidatura do empresário, já vinha se desenhando desde o início do ano.
No dia 29 de março passado, por exemplo, uma reportagem da COLUNA BLOG DO UDES FILHO, publicada simultaneamente nos jornais ATOS E FATOS E 4º PODER, mostrou que o professor Wellington poderia sofrer um boicote na legenda. E, foi exatamente isso que aconteceu, no entanto, para passar a ideia de que não se tratava de uma perseguição pessoal contra o empresário, Chico Carvalho combinou um protocolo de intenção assinado por mais dois partidos acordando que não poderia constar na lista de candidatos Wellington do Curso e o ex-deputado Nonato Aragão. Mas o alvo era só o primeiro.
Apesar de ter impedido um filiado de ser candidato, mesmo sem motivo plausível, Carvalho afirma não ter medo de disputar com ninguém. Não é o que parece.
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